De bicicleta a referência nacional: a história de sucesso do fundador da Elevadores Castelo

Por Redação-
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De bicicleta a referência nacional: a história de sucesso do fundador da Elevadores Castelo
Gabrielle Rebelo / Jovem Pan
João Saviski, conhecido como João Castelo, relembra a trajetória de mais de 40 anos à frente da empresa que nasceu em Tubarão e se tornou líder no setor de elevadores no Sul do Brasil

O empresário João Saviski, mais conhecido como João Castelo, compartilhou sua trajetória de superação e trabalho no quadro Histórias de Sucesso, da Jovem Pan News. Fundador da Elevadores Castelo, ele relembrou o início modesto da empresa e os desafios que enfrentou até consolidar o negócio como referência nacional no segmento de manutenção, modernização e montagem de elevadores.


O início de uma trajetória improvável

Natural de Monte Castelo, no Planalto Norte catarinense, João deixou sua cidade natal aos 19 anos e seguiu para Curitiba em busca de oportunidades. Sem conhecer o setor, teve o primeiro contato com o ramo de elevadores por acaso, em 1975.
“Eu nunca tinha entrado num prédio. Foi um rapaz que me explicou o que era um elevador, e no dia seguinte eu já estava na empresa”, contou.
A partir daí, começou uma carreira que o levaria a se tornar um dos nomes mais reconhecidos do setor.


O nascimento da Elevadores Castelo

Após anos de experiência, João decidiu abrir sua própria empresa em 1982, em Tubarão, com recursos limitados e muita determinação.
“Eu era o ajudante, o gerente e o dono. Comecei com uma bicicleta, uma pastinha de ferramentas e vontade de trabalhar”, recordou.
A empresa cresceu de forma gradual, com base na credibilidade e na dedicação do fundador, que contou com o apoio da esposa desde os primeiros dias.


Expansão e consolidação

Com o passar dos anos, a Elevadores Castelo se transferiu para Criciúma e expandiu suas atividades, tornando-se a maior empresa de capital nacional do setor no Sul do Brasil.
Mesmo com o crescimento, João manteve a simplicidade e os valores que marcaram sua trajetória.
“Eu nunca perdi meu jeito simples, continuo o mesmo. Quem me conhece sabe que sou o mesmo João da bicicletinha”, afirmou.


Desafios e legado

Atualmente com mais de 60 funcionários, a empresa enfrenta o desafio da falta de mão de obra qualificada — problema recorrente no setor.
“Muitos procuram trabalho, mas não querem ser registrados para não perder o Bolsa Família. Isso dificulta muito a formação de equipes”, lamentou.
Apesar das dificuldades, João segue confiante no futuro e orgulhoso da marca que construiu.
“Temos uma história bonita e sólida. Hoje somos referência e seguimos crescendo com responsabilidade”, concluiu.


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