Escritor de Urussanga lança livro que propõe novo sistema socioeconômico
Em “Novolismo”, Mauro Paes Corrêa defende modelo baseado na evolução das ideias do capitalismo, socialismo e comunismo
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O escritor Mauro Paes Corrêa lançou, no final da tarde desta semana, seu sexto livro. A obra apresenta um novo sistema socioeconômico chamado “Novolismo”, que, segundo o autor, surge como uma evolução diante das falhas do capitalismo, socialismo e comunismo.
De acordo com Corrêa, o objetivo do novo modelo é permitir que a sociedade mantenha uma evolução considerada saudável, preservando a paz e o planeta, além de buscar a elevação moral, profissional e educacional de forma vigorosa.
Segundo o escritor, o livro levou três anos para ser concluído. “Comecei as pesquisas em 2023, com estudos intensos acerca do capitalismo, socialismo e comunismo, lendo suas obras-base e, principalmente, mantendo contato com pessoas que vivem nesses sistemas. Todos eles são falhos, mas é possível criar um novo modelo baseado nas qualidades positivas dos atuais, com inúmeros melhoramentos. O foco é garantir o bem-estar coletivo e, ao mesmo tempo, a individualidade de cada participante da nova sociedade”, afirma.
Com 66 páginas, a obra apresenta conceitos e diretrizes básicas de forma coesa e acessível. Inicialmente, o livro está disponível apenas em formato digital. A versão impressa será lançada em breve pela editora Uiclap.
Este é o sexto título de Corrêa, que há dez anos escreve livros e artigos e atua como colunista em periódicos regionais. Sua trajetória inclui obras de diferentes gêneros, como “pfSense: O guia ideal para iniciantes” (2016), voltado à tecnologia da informação; os romances “Confesso que te amei” (2018), “Desenlace” (2022) e “O amor vence o tempo” (2023); além de “Dominando o Herpes” (2022).
O autor afirma que mantém produtividade constante e prevê, até 2028, o lançamento de um livro sobre Urussanga, além de parcerias com escritores locais. Além da literatura, também atua como compositor e é membro da AMU (Associação de Músicos de Urussanga).
Corrêa destaca ainda que não utiliza recursos públicos para a produção de suas obras. “Nenhum recurso público foi utilizado em minhas obras”, finaliza.