Maternidade do Hospital Regional Ruth Cardoso realiza 178 partos neste início de ano

Unidade estadual soma 950 atendimentos obstétricos em 2026 e reforça práticas de humanização no parto

Por Redação-
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A maternidade do Hospital Regional Ruth Cardoso, unidade do Governo do Estado, já realizou 178 partos e contabilizou 950 atendimentos obstétricos neste início de 2026. Os números refletem a continuidade do atendimento à gestante na região, com foco em práticas de humanização e segurança materno-infantil.

Um dos partos ocorreu na madrugada de segunda-feira (26), quando a jovem Jennifer Letícia Martins, de 18 anos, deu à luz a sua primeira filha, Lavinnia. Moradora de Camboriú, a paciente deu entrada na unidade no domingo (25), com 40 semanas de gestação, sendo acompanhada pela equipe do Centro Obstétrico até o início do trabalho de parto.

Durante o atendimento, foi oferecida à parturiente a possibilidade de escolher a posição em que se sentisse mais confortável, dentro da proposta de acolhimento e protagonismo da mulher no momento do nascimento. Jennifer destacou a atenção recebida da equipe ao longo do processo, ressaltando o suporte e o cuidado prestados.

O Centro Obstétrico do Hospital Regional Ruth Cardoso conta com equipamentos e recursos voltados à humanização do parto, como bola, banqueta, cavalinho, além de musicoterapia e aromaterapia. A equipe de plantão é formada por três médicos obstetras, um pediatra, um anestesista, quatro enfermeiros obstetras e sete técnicos de enfermagem.

Segundo a enfermeira Adriana Marcondes, da Coordenação Materno Infantil, a humanização na assistência obstétrica é fundamental para garantir o respeito à autonomia da mulher, reduzir intervenções desnecessárias e fortalecer o vínculo entre mãe e bebê, com práticas baseadas em evidências científicas.

Em 2025, a maternidade realizou mais de 2,3 mil partos, com média mensal de 192 procedimentos. A unidade também integra a Rede Alyne, estratégia do Ministério da Saúde que reestrutura a antiga Rede Cegonha e tem como objetivo reduzir a mortalidade materna em 25%.